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30 de Julho, 2021
cinema negro sergipe

6ª Mostra de Cinema Negro de Sergipe segue até 16/4

A 6ª edição da Mostra de Cinema Negro de Sergipe (EGBÉ) acontece até esta sexta-feira (16/4). As transmissões acontecem na plataforma online Videocamp e a edição deste ano tem o tema “Memórias em trânsito, infâncias e afetos em África.”

Para assistir aos filmes, basta entrar na seção Mostras, se cadastrar e, assim, no momento da sessão, será necessário apenas fazer o login. A programação também conta com lives, masterclasses e oficinas que estarão disponíveis no site da EGBÉ.

Pela primeira vez, a mostra promove uma abertura a produções estrangeiras vindas do continente africano. Serão exibidos ao todo 39 filmes que trazem narrativas sobre o resgate e reconstrução das memórias afetivas, as quais têm ganhado cada vez mais espaço na cinematografia. Além disso, o evento mostra como cineastas negros têm buscado recompor esse lugar simbólico que tanto humaniza a sociedade: os recortes da vida afetiva compostos pelas experiências da infância.

“Essa parceria com a Videocamp está democratizando o acesso dos filmes que exibimos e criando um laço para que possamos abrir uma janela ainda maior para a produção do cinema negro do nosso país”, diz a produtora da EGBÉ, Luciana Oliveira.

A Mostra EGBÉ se dedica ao fortalecimento do cinema negro através do compartilhamento de histórias e narrativas que endossam a resistência e o entendimento das suas realidades. Desde a primeira edição, busca abrir janelas para o cinema negro de Sergipe, reforçando a autoestima preta das populações e se tornou um espaço de encontros de cineastas negros e espectadores de várias partes do país.

SOBRE A MOSTRA
A Mostra de Cinema Negro de Sergipe é uma realização do Cineclube Candeeiro, Cacimba de Cinema e Vídeo e Rolimã Filmes e amigos voluntários que todos os anos compõem a nossa equipe para que esse evento aconteça. Historicamente, há um apagamento do povo negro no que tange a questões fundantes como cultura, arte, religiosidade etc. A EGBÉ surgiu há cinco anos, justamente a partir da necessidade de um grupo de cineastas negros de tornar acessíveis as produções audiovisuais de diretores negros pelo país afora.

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