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23 de Outubro, 2021
black woman in work

Firma Preta aproxima profissionais de empresas; inscreva-se

Interessados podem inscrever-se gratuitamente. A partir da segunda quinzena de outubro, receberão e-mails com vagas de emprego, dicas de como se sair bem em seleções, editais, bolsas etc

Profissionais negros e indígenas têm agora mais um canal de informações sobre vagas de emprego. O Firma Preta acabou de nascer e pode ser a ponte entre você, que procura uma oportunidade de (re)inserção, e empresas comprometidas com a promoção da diversidade e inclusão.

A iniciativa foi idealizada pela jornalista Juliana Gonçalves e pelo jornalista Emílio Moreno. Ele explica que o Firma Preta não se propõe a ser uma agência de RH e sim uma plataforma de conteúdo e debates com dois objetivos principais: democratizar informações entre os profissionais (negros e indígenas) e provocar a discussão sobre diversidade em estabelecimentos ainda não abertos à pauta.

“A ideia é a seguinte: o profissional pode se inscrever no formulário e a gente, sempre que procurado por empresas ou identificar oportunidades, pode indicar o profissional. Também quando procurados por empresas com processos seletivos voltados para diversidade, nós vamos destacar na newsletter. Queremos destacar para as empresas que existem profissionais negros e indígenas qualificados para as vagas e dotar os profissionais de informações estratégicas e de qualidade sobre as seleções”, detalha Emílio.

A partir da segunda quinzena de outubro, os inscritos no formulário receberão newsletters por e-mail. O material oferecerá suporte e curadoria com dicas de vagas, bolsas, editais, cursos, bizus sobre como se sair bem nas seleções etc.

“Uma das nossas motivações também foi identificar em alguns profissionais negros dúvidas sobre questões de processos seletivos e abordagem do tema diversidade e antirracismo, sobretudo em jovens. Nós queremos formar uma comunidade de pessoas preocupadas com essa temática”, acrescenta Emílio Moreno.

Já no formulário de inscrição, o Firma Preta explica bem a que veio: “Se o Brasil é negro e indígena, os aprovados em processos seletivos também precisam ser.”

firma preta

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