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23 de Outubro, 2021
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IFCE promove campanha contra o racismo

Uma das principais entidades de ensino do Ceará, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFCE) está promovendo uma importante campanha neste mês de celebração da Consciência Negra.46382828 2250307578591812 8278524844287459328 n

Por meio do Departamento de Comunicação Social (DCS) e dos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabis) de Fortaleza e Boa Viagem, o IFCE levanta a bandeira contra o racismo numa campanha audiovisual que traz depoimentos de servidores e estudantes autodeclarados negros.

Os vídeos são publicados nas redes sociais do IFCE e na TV IFCE, canal que o instituto mantém no Youtube. Cinco participações já foram ao ar. O material que encerra a campanha será divulgado na próxima terça-feira (20), quando oficialmente celebra-se o Dia da Consciência Negra.

Participaram da campanha as professoras Anna Erika Ferreira Lima (Neabi de Fortaleza) e Tatiana Paz Longo (Neabi de Boa Viagem), a assistente social Mayara Medeiros (Canindé), a estudante quilombola Ana Maria da Costa (Canindé) e o estudante africano Ghislain Gnimavo (Fortaleza). Os assuntos abordados são: o que é o racismo na lei brasileira, as práticas racistas e o papel do Neabi na promoção da igualdade racial no IFCE.

A ideia da campanha surgiu durante o curso de extensão Abdias Nascimento: comunicação e igualdade racial, do qual participaram a jornalista Cláudia Monteiro e a professora Tatiana Paz. O curso foi promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Ceará e pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) entre os meses de agosto e outubro. “Foi muito satisfatório concretizar o projeto de conclusão do curso, tirá-lo do papel e torná-lo uma campanha do IFCE”, comemorou Cláudia.

A iniciativa só foi possível graças ao trabalho dos Neabis que promovem “ações afirmativas sobre africanidades, cultura negra e história do negro no Brasil, pautadas nas leis 10.639 e 11.645 e também nas diretrizes curriculares que normatizam a inclusão da história e cultura afro-brasileira e indígena nos currículos”, explicou a professora Tatiana Paz.

 

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

Vídeo 4

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