20 de Setembro, 2020

Bruno de Castro

Jornalista por formação. Foi repórter e editor dos jornais O Estado e O POVO, correspondente do portal Terra e colaborador do El País Brasil. Atua hoje como assessor de comunicação da Defensoria Pública do Ceará. Venceu o Prêmio Gandhi de Comunicação e o Prêmio MPCE de Jornalismo, ambos com reportagens sobre a população negra. É também escritor. No Ceará Criolo, atua como editor de conteúdo.

Colorismo: ser “negro de pele clara e classe média” não me protege do racismo

Negros de pele clara também são negros. Também são alvos preferenciais de baculejos. Também são apontados como ladrões. Também apanham da polícia. Também são assassinados diariamente. Também têm seus corpos desaparecidos sumaria e misteriosamente em comunidades pobres. Essas vidas também precisam, portanto, ser consideradas. Elas também importam.

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