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Home»Opinião»Artigo»Os monarquistas e o tempo que não deve voltar
resistencia monoarquia 1
Artigo

Os monarquistas e o tempo que não deve voltar

Rafael AyalaBy Rafael Ayala15 de Maio, 2019Updated:24 de Abril, 2020Sem comentários3 Mins Read
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Em Brasília, na Câmara dos Deputados, palco da atuação de uma seleta camada de “representantes do povo”, uma sessão solene foi realizada em homenagem aos 131 anos da assinatura da Lei Áurea. No entanto, o momento foi interrompido por entidades do movimento negro, como Frente Favela Brasil, Unegro, Movimento Negro Unificado, Educafro e outros. Os gritos a interromper a sessão eram um apelo: parem de nos matar. A ida dessas entidades representou uma crítica ao significado que tentam dar ao 13 de maio.

A reação descrita pelos portais de comunicação informa que um grupo de monarquistas respondeu com “Isabel, Isabel”, em defesa da famosa princesa. Um grupo de monarquistas.

Um grupo de monarquistas?

Confesso, fiquei tão espantado quanto da vez que um motorista de aplicativo se declarou terraplanista e discutimos um bom tempo – história pra um outro dia.

Para efeito de informação, o atual chefe da Casa Imperial brasileira é Luis Gastão de Orléans e Bragança, bisneto da princesa Isabel e trisneto de Dom Pedro II, o último monarca do Brasil. Um dos descendentes oficiais dos imperadores brasileiros é o deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP). O referido político, nessa movimentada sessão, fez a seguinte declaração: “a escravidão é tão antiga quanto a humanidade. É quase que um aspecto da natureza humana.”

São muitos os pontos a comentar sobre essa declaração, mas prefiro que a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) responda:

“A história precisa de tempo para que se revele e é muito cedo ainda para entender o que foi o processo da escravidão. Portanto, esse processo que beneficiou poucos e brancos –e não negros– jamais sairá da cabeça deles enquanto nós não tivermos a coragem de fazer o que fizemos aqui: a contradição real e concreta.”

Em matéria no portal da BBC, o jornalista João Fellet relata que o líder monarquista Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança participou de reuniões com parlamentares recém-empossados. Nesses encontros, mostrou-se consonância com as posições monarquistas: oposição ao casamento gay, o fim das demarcações de terras indígenas e a proibição do aborto em qualquer circunstância.

Parei a leitura da matéria. Além da restauração da Monarquia no Brasil, esse grupo está interessado em trazer outros retrocessos?

Entendi tudo. A bandeira monarquista é tão somente uma forma da mesma elite de sempre, rica, branca e formada em sua maioria por homens, manter o domínio sobre corpos e terras alheios. Como foi por muito tempo. Como jamais deve voltar a ser.

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Rafael Ayala

Jornalista. Alma de cronista, coração de poeta. Tem experiência em Assessoria de Comunicação. Apaixonado por futebol, boas histórias e fim de tarde.

abolição ancestralidade antirracismo consciência negra
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