Ceará CrioloCeará Criolo
  • Inicial
  • O Ceará Criolo
    • Sobre Nós
    • Prêmios
    • Mídia Kit
    • Guia de Fontes
  • Notícias
    • Mulher negra
    • Infantil
    • Política
    • Economia
    • Saúde
    • Esporte
    • Cultura
    • Famosos
    • Educação
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • LGBTQIA+
    • Espiritualidade
    • Publieditorial
  • Afrossaberes
    • DicionÁfrica
    • Ancestralidade
    • Fotorreportagens
  • Opinião
    • Artigo
    • Crônicas
    • Leitura Crítica
  • Colunas
    • Afroclassificados
    • AfroGeek
    • Rastros
    • Afrotransfuturista
    • Olhar Preto
    • Psicoterapreto
    • Negra Voz
  • Stories
  • Especiais
    • A você Tereza
    • Vidas Negras Importam
    • Quilombo Acadêmico
    • 85
    • Entrevistas
  • Contato
Facebook Twitter Instagram
Facebook Twitter Instagram
Sexta-feira, Janeiro 16
Ceará CrioloCeará Criolo
FINANCIE O CEARÁ CRIOLO
  • Inicial
  • O Ceará Criolo
    • Sobre Nós
    • Prêmios
    • Mídia Kit
    • Guia de Fontes
  • Notícias
    • Mulher negra
    • Infantil
    • Política
    • Economia
    • Saúde
    • Esporte
    • Cultura
    • Famosos
    • Educação
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • LGBTQIA+
    • Espiritualidade
    • Publieditorial
  • Afrossaberes
    • DicionÁfrica
    • Ancestralidade
    • Fotorreportagens
  • Opinião
    • Artigo
    • Crônicas
    • Leitura Crítica
  • Colunas
    • Afroclassificados
    • AfroGeek
    • Rastros
    • Afrotransfuturista
    • Olhar Preto
    • Psicoterapreto
    • Negra Voz
  • Stories
  • Especiais
    • A você Tereza
    • Vidas Negras Importam
    • Quilombo Acadêmico
    • 85
    • Entrevistas
  • Contato
Ceará CrioloCeará Criolo
Home»Reportagens Especiais»Quilombo Acadêmico»Uma universidade para a integração
Quilombo Acadêmico

Uma universidade para a integração

Bruno de CastroBy Bruno de Castro5 de Julho, 2019Updated:6 de Julho, 2019Sem comentários4 Mins Read
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

“A educação é a arma mais poderosa
que se pode usar para mudar o mundo.”
Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul.

Ocorrida entre 31 de agosto e 7 de setembro de 2001, uma reunião na África do Sul teve reflexos por aqui. A “III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e a Intolerância Correlatas” teve impacto na expansão da discussão e das ações dentro da temática racial brasileira.

“Com destaque para a Lei nº 10.678, de 23 de maio de 2003, que criou a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), como parte do reconhecimento do Estado por demandas específicas para a população negra. As discussões sobre cotas e promoções de políticas de igualdade racial estenderam o tema do racismo para ONGs, universidades e a outros setores da sociedade civil. A partir daí, ocorreram vários avanços acadêmicos, políticos e jurídicos”, explica Arilson dos Santos Gomes, professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e coordenador do Núcleo de Promoção da Igualdade Racial Kabengele Munanga (NPIR/Propae), atualmente denominado de Setor de Promoção da Igualdade Racial da Unilab.

De acordo com Arilson, a Lei nº 10.639/2003, a Lei nº 12.678/03, que criou a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, na época com status de Ministério, o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010), as políticas de cotas nas universidades federais e no serviço público e a Lei nº 12.289/2010, que criou a Unilab, dentre outras iniciativas, podem ser consideradas metas oriundas das ações afirmativas.

 

Arilson dos Santos Unilab
Professor Arilson dos Santos

 

“Pois fazem parte do reconhecimento do Estado brasileiro em promover e atenuar problemas históricos que atingem a sociedade e, em específico, às populações afrodescendentes, antes e após a abolição”, destaca o professor. E foi assim que, em 25 de maio de 2011, foi instalada a Unilab.

PRETOS E PARDOS SÃO MAIORIA
Atualmente, na Unilab, 2.018 estudantes se declaram negros, representando 37,5% do total de estudantes, enquanto 2.419 se declaram pardos, representando 44,5%. No total, portanto, negros e pardos compõem 82% do corpo discente da instituição.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Perfil Socioeconômico e Cultural dos graduandos das IFES (2018), cerca de 22% dos estudantes da Unilab se utilizaram de algum tipo de cota racial. Segundo a universidade, esse dado foi construído pelo censo ao longo dos anos. Não é baseado, portanto, no número absoluto atual de estudantes. E neste valor entram todos os editais específicos da Unilab, que trabalha com vagas também para indígenas e quilombolas.

Nos espaços da instituição é possível entender a questão da “Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira”. Com 5.402 estudantes, a graduação da Unilab conta com 1.150 estudantes estrangeiros. São oriundos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Além do Seminário de Ambientação (Samba), várias ações de extensão focam a integração. “Sendo um dos focos da instituição, a pauta é permanente – ou surge naturalmente de modo complementar – em quase todas as ações de extensão. O calendário conta, por exemplo, com o Festival das Culturas, com a Semana da África, com o Projeto Independências etc”, explica a Unilab, em nota.

São três campi no Ceará e um quarto campus localizado em São Francisco do Conde, na Bahia, cidade que concentra o maior contingente de população declarada negra no Brasil. “A Unilab é uma instituição que tem como objetivo ministrar Ensino Superior, desenvolver pesquisas nas diversas áreas de conhecimento e promover a extensão universitária, tendo como missão institucional específica formar recursos humanos para contribuir com a integração entre o Brasil e os demais membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, especialmente os africanos”, destaca o professor Arilson.

 

TEXTO DE RAFAEL AYALA.

bb
Bruno de Castro

Comunicólogo e mestre em Antropologia, é especialista em Jornalismo Político e Escrita Literária e tem MBA em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais. Foi repórter e editor dos jornais O Estado e O POVO, correspondente do portal Terra e colaborador do El País Brasil. Atua hoje como assessor de comunicação. Venceu o Prêmio Gandhi de Comunicação, o Prêmio MPCE de Jornalismo e o Prêmio Maria Neusa de Jornalismo, todos com reportagens sobre a população negra. No Ceará Criolo, é repórter e editor-geral de conteúdo. Escritor, foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2020.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Related Posts

AVC: Ceará Criolo revela em especial jornalístico a rotina de cuidados de filho com a mãe, vítima de derrame

30 de Dezembro, 2024

Precisamos falar sobre viver

28 de Outubro, 2019

Fique atento aos sinais, salve vidas e esquente o coração

28 de Outubro, 2019

O fator globalização e o perigo da romantizar o ato

28 de Outubro, 2019

O cuidado com quem fica

28 de Outubro, 2019

Encontre o cuidado adequado e potencialize a (sua) vida

28 de Outubro, 2019
Add A Comment

Leave A Reply Cancel Reply

Sobre nós
Na contramão do discurso excludente e enervado de clichês da mídia tradicional, o portal Ceará Criolo garante à população negra um espaço qualificado de afirmação, de visibilidade, de debate honesto e inclusivo e de identificação. Um lugar de comunicação socialmente inclusiva, afetivamente sustentável e moralmente viável. Porque negros são seres humanos possíveis e ancestrais. E por isso, queremos nos reconhecer no passado, no presente e no futuro!
Artigos recentes
  • Sueli Carneiro participa pela primeira vez de evento no Ceará
  • “As pessoas são cruéis nas redes sociais”, diz Iza em entrevista exclusiva
  • Iza, Vanessa da Mata e Gaby Amarantos agitam o festival Elos neste fim de semana em Fortaleza
  • Exposição Bloco do Prazer celebra em Fortaleza a cultura cearense, preta e periférica
  • Sandra Sá é a convidada da semana do Tiny Desk Brasil
QUER SUGERIR PAUTA?

Envie sua sugestão de pauta para nossa redação através do falecom@cearacriolo.com.br ou deixe-nos uma mensagem no formulário abaixo.

Ceará Criolo
Facebook Twitter Instagram
  • Inicial
  • O Ceará Criolo
    • Sobre Nós
    • Prêmios
    • Mídia Kit
    • Guia de Fontes
  • Notícias
    • Mulher negra
    • Infantil
    • Política
    • Economia
    • Saúde
    • Esporte
    • Cultura
    • Famosos
    • Educação
    • Ceará
    • Brasil
    • Mundo
    • LGBTQIA+
    • Espiritualidade
    • Publieditorial
  • Afrossaberes
    • DicionÁfrica
    • Ancestralidade
    • Fotorreportagens
  • Opinião
    • Artigo
    • Crônicas
    • Leitura Crítica
  • Colunas
    • Afroclassificados
    • AfroGeek
    • Rastros
    • Afrotransfuturista
    • Olhar Preto
    • Psicoterapreto
    • Negra Voz
  • Stories
  • Especiais
    • A você Tereza
    • Vidas Negras Importam
    • Quilombo Acadêmico
    • 85
    • Entrevistas
  • Contato
© 2026 ThemeSphere. Designed by ThemeSphere.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

Gerenciar Consentimento de Cookies
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou aceder a informações do dispositivo. Consentir com essas tecnologias nos permitirá processar dados, como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar adversamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para o fim legítimo de permitir a utilização de um determinado serviço expressamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou para o fim exclusivo de efetuar a transmissão de uma comunicação numa rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenamento de preferências não solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anónimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu Provedor de Serviços de Internet ou registos adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
Gerir opções Gerir serviços Gerir {vendor_count} fornecedores Leia mais sobre esses propósitos
Ver preferências
{title} {title} {title}