5 revoltas revoluci onárias 

ancestralidade

para o povo preto

Por trás da conquistas da população negra, houve muita luta dos nossos heróis e heroínas. 

Confira as 5 revoluções negras que “a história da história” não conta, mas são pedras fundantes do processo de emancipação e autonomia negra! 

Quilombo de Palmares (Ngola Djanga) – Alagoas, 1580-1695 

Ngola Djanga, ou Nova Angola, foi o maior símbolo da resistência contra a escravidão no Brasil colônia. Palmares abalou a dominação europeia e as notícias de suas ações inspiraram os caminhos dos africanos rumo à liberdade ao longo do período colonial até hoje. 

Quilombo do Quariterê – Mato Grosso, 1730-1795

Liderado por Teresa de Benguela, a Rainha Teresa, o quilombo tinha uma avançada organização política (operava por meio de uma espécie de parlamento). Além de resistir às investidas das forças coloniais, tinha uma forte relação comercial com as vilas da região. 

Revolta do Engenho Santana – Ilhéus/BA, 1789 e 1824

Localizado nas margens do Rio do Engenho, em Ilhéus, os escravizados desse engenho se levantaram em duas ocasiões, formando quilombos. No primeiro episódio, os rebeldes submeteram ao escravizador um tratado com as condições sob as quais retornariam ao trabalho.

Revolta dos Búzios (dos Alfaiates/Conjuração baiana) – Bahia, 1798

Organizada por alfaiates, artesãos e escravizados, lutou por uma sociedade mais democrática e racialmente igualitária. Não conseguiram o objetivo final, mas sim uma série de leis assegurando alguns direitos mínimos.  

Revolução Pernambucana – Pernambuco, 1817

Foi liderada por um oficial negro chamado Pedro Pedroso, que, inspirado na Revolução do Haiti, colocou a questão racial acima de qualquer bandeira. 

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