16 de Abril, 2021
Cena de A cor do poder

Foto: Reprodução

A cor do poder: série distópica estreia na Globo (e causa polêmica nas redes)

Baseada no romance de “Noughts & Crosses”, da escritora britânica Malorie Blackman, a série “A cor do poder” está em exibição na Globo e tem gerado polêmicas por conta da proposta distópica que oferece ao público.

A produção conta a história do casal Sephy (Masali Baduza) e Callum (Jack Rowan), amigos de infância que se apaixonam ao se tornarem adultos, mesmo com a divisão racial que os separam em mundos diferentes. Ela é negra; ele, branco.

Cena de a Cor do Poder
Foto: Reprodução

O cenário da trama é uma Inglaterra distinta da realidade. Em movimento inverso, a região foi invadida e colonizada por reis africanos negros que escravizaram os brancos. Como consequência, brancos são oprimidos por negros, apesar de já estarem libertos anos depois da escravidão.

“A cor do poder” é exibida todas as noites após a novela “A força do querer” e está gerando incômodo nos movimentos negros por, segundo pesquisadores, reforçar o mito do racismo reverso (quando uma pessoa negra pratica algo contra uma pessoa branca). Além disso, há a crítica de a série não suscitar qualquer discussão minimamente aprofundada sobre relações étnico-raciais.

Episódio 2 de ACor do Poder
Foto: Reprodução

Malorie Blackman, autora do livro que inspirou a superprodução britânica, é uma mulher negra já conhecida no mercado editorial daquele país. Por isso, muita expectativa foi criada em torno da série. Até o momento, no entanto…

E você, já assistiu? O que acha de “A cor do poder”?

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