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5 de Dezembro, 2021
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Banco Afro supera 30 mil contas e vira maior fintech de impacto social negro

O Banco Afro registrou um salto de quase 3.000% no número de contas cadastradas nos últimos quatro meses de 2020. Com isso, saltou de 1.000 para 30 mil contas.

A fintech de impacto social voltada para o público negro recebeu esse impulso após declaração racista da cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.

Em outubro de 2020, ela afirmou que tem dificuldades para contratar negros e negras para posições de liderança e que o banco “não pode nivelar por baixo”. A comunidade negra iniciou, então, um boicote ao Nubank, o que levou muitos clientes a se cadastrarem no Banco Afro.

O banco surgiu em 2018 e faz parte do Grupo Afro Empreendedor, um coletivo de empresas com o objetivo de ampliar a bancarização das classes C, D e E e fortalecer o chamado “black money”. Dentre os serviços da fintech estão: conta digital, crédito, microcrédito, recargas de celular e pagamentos de boletos.

SOLIDARIEDADE PRETA
Em 2020, o banco, em parceria com a empresa Suvinil, criou o programa “Pintar o Bem”, para dar suporte financeiro e de informações a pintores de todo o Brasil em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Com auxílio de R$ 600 em três parcelas de R$ 200, o projeto ajudou a pelo menos 3.500 profissionais em situação de vulnerabilidade social e econômica.

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