Autor: Bruno de Castro

Comunicólogo e mestre em Antropologia. É especialista em Comunicação e Jornalismo Político e em Escrita Literária. Também tem MBA em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais. Foi repórter e editor dos jornais O Estado e O POVO, correspondente do portal Terra, colaborador do El País Brasil e assessor de órgãos públicos. Venceu 19 prêmios em diversas áreas. É agente de linguagem simples e autor de oito livros. Foi finalista do Prêmio Jabuti de Literatura com o livro escrito em homenagem à mãe.

Eis que, aos 28 anos, Neymar Jr., o menino Neymar, descobriu o racismo. Foi xingado de macaco pelo zagueiro Álvaro González, do Olympique de Marselha, em partida do campeonato francês neste domingo (13/9), e, indignado por ter sido expulso do jogo após revidar às provocações, desabafou nas redes sociais. De nada adiantou Neymar ter 639 jogos, 405 gols, 229 assistências, 53 prêmios individuais, 7 prêmios coletivos, 23 títulos oficiais, 22 títulos não oficiais e tantas outras conquistas. Foi tão somente pela cor da pele que tentaram defini-lo (e depois negaram, como de praxe). Se isso acontece com um dos jogadores…

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Desde a confirmação da morte de Chadwick Boseman, nosso eterno Pantera Negra, minhas redes sociais, todas elas, foram soterradas por uma avalanche de postagens sobre a relevância da carreira do ator e a contribuição dada por ele à luta antirracista. Homenagens lindas e merecidas. E que é preciso estendermos para outras perspectivas. Você, ao terminar de ler esse artigo, que, na verdade, é um pedido, um convite à mudança, lembre de enaltecer profissionais negros, famosos ou não, enquanto eles estão em vida. Legado é importante. Valorizar a luta dessas pessoas quando elas estão aqui, conosco, também. Até (e principalmente) para…

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